Apesar do título dizer que eu quero ser ágil, na verdade, não quer dizer que eu não seja. O que eu quis dizer é que eu tenho lido muito sobre metodologias ágeis no desenvolvimento de software a cerca de um ano e meio, e fiquei muito empolgado em entrar nesse mundo.

Na empresa onde trabalho, já usávamos algumas práticas de XP como pair programming, pequenos releases e algumas reuniões em pé, foi quando sugeri a implantação do Scrum. A implantação demorou um pouco pra ser feita, mas no fim do ano passado conseguimos com sucesso implantar a metodologia.

O sucesso foi visível, os impedimentos que surgiam para a equipe de desenvolvimento diminuíram drasticamente. Os releases saíram com muito mais tranquilidade, já que tudo foi priorizado e planejado com clareza entre o cliente e a equipe. Com certeza a metodologia nos tornou ágeis.

Porém agora, na verdade já há algum tempo, o que me chama atenção é o ganho de tempo quando se usa uma linguagem mais enxuta, com sintaxe mais amigável, e como um framework que te poupa muito trabalho na hora de criar algo novo. E essa linguagem é Ruby, e o framework é o Rails. Como eu disse antes, já venho estudando isso tudo há algum tempo, e tenho chegado a conclusão que isso tudo se tornará, com certeza, uma grande alternativa à linguagem Java, e ainda isso tudo tirando proveito da plataforma Java.

Em breve (quem sabe?) explico isso um pouco mais. Pode ser aqui no blog mesmo, como pode ser em outro lugar.

Abs.

Todos os que usam ou usaram Javasacript para alguma coisa, já sentiram muitas dificuldades para manipular os objetos DOM criados nos browsers devido ao cross-bowser.

O JQuery facilita essa tarefa de cross-bowser, e ainda provê outras facilidades como efeitos de animação e manipulação de requests AJAX, tanto para request comuns como para formulários.

Ainda existe a possiblidade da criação de plugins para o JQuery por qualquer desenvolvedor. Eu mesmo, em conjunto com o Leandro Cunha do site Rio Lounge, desenvolvemos um plugin de Lightbox escalonável, que se adapta a resolução da tela ou tamanho da janela do browser. Em breve disponibilizaremos na web.

Vejamos um exemplo de como JQuery facilita o acesso aos elementos DOM.

Caso você queria que todos os elementos “a” com class definida como link_teste, ao serem clicados exibam um alerta dizendo “Hello world!!!”, ficaria da seguinte forma em javascript puro:

var x = document.getElementsByTagName('a');
for(var i = 0; i < x.length; i++){
    if(x[i].className == 'link_teste')
        x[i].onclick = function(){ alert('Hello world!!!');return false;};
}

Já usando JQuery podemos fazer da seguinte forma:

$('a.link_teste').each(function(){
    $(this).click(function(){ alert('Hello world!!!'); return false;});
});

Uma forma muito mais intuitiva e simples que na forma tradicional.

Um outro ponto a favor do JQuery é o tamanho total da biblioteca, que é bem menor do que os seu concorrentes como Prototype e Moo-FX.

Nos próximos posts coloco explicações mais específicas sobre a biblioteca.

Abs.